braga santiago Carlos Ferreirae Isidro Pernas da Associaçao Entre as PontesUm artigo científico publicado num livro editado em Espanha destaca a importância histórica e cultural do Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros, que liga Braga a Santiago de Compostela, e dos primeiros peregrinos portugueses modernos que percorreram o itinerário há menos de um ano.

O livro “A Estrada - Miscelánea histórica e cultural”, editado pelo Museu do Pobo Estradense Manuel Reimóndez Portela, em A Estrada, publica um artigo intitulado “O Camiño da Geira Romana e dos Arrieiros”, que descreve e sustenta historicamente o itinerário, da autoria do historiador Luís Manuel Ferro Pego.

 

Neste trabalho, o investigador demonstra, ao longo de 33 páginas, a secular existência de um caminho de comércio e peregrinação entre Braga e Santiago de Compostela, que foi retomado por peregrinos a partir de abril de 2017.

O autor refere que o caminho atual “foi batizado pelo jornalista português Carlos Ferreira e membros da Associação Codeseda Viva”, destacando ainda o papel da Associação Entre as Pontes, da Associação do Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro (ACJMR) e da chamada “Associação de Alcaides”.

No caso da ACJMT, presidida por Abdón Fernández, que estuda e promove este caminho desde 2009, o historiador salienta a apresentação, a 1 de abril de 2017, no Museu D. Diogo de Sousa, do traçado que foi seguido pelos primeiros peregrinos modernos, em maio seguinte, residentes nos distritos portugueses de Leiria e Lisboa. “A partir deste momento começou, peregrino após peregrino, a abertura deste caminho de Braga a Santiago de Compostela”, destaca. No ano passado foi percorrido por 100 pessoas e este ano espera-se que sejam 500.

O investigador recorda ainda, na edição anual do livro (nº 20/dezembro de 2017), os três primeiros peregrinos que cumpriram na íntegra o traçado - os portugueses Maria João Batista, João Filipe Reis e Luís Sobreiro, que partiram de Braga a 6 de maio de 2017. E o jornalista português Carlos Ferreira, que começou o percurso a 14 de maio de 2017 e foi o primeiro a cumpri-lo sozinho.

O artigo inclui o diário de Carlos Ferreira “por ser o primeiro peregrino que descreve o Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros, apontando dados de grande interesse, no que respeita ao percurso, etapas e onde ficar e onde comer”.

Luís Manuel Ferro Pego descreve detalhadamente o caminho, num texto ilustrado com fotografias, destacando o património, a documentação e as referências jacobeias que sustentam o seu valor histórico, cultural e patrimonial, e a vontade das associações Codeseda Viva e do Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro de vê-lo reconhecido como itinerário oficial até ao Ano Santo Jacobeu de 2021.

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